Estados de êxtase e/ou vivência?…

‘Os autores passaram quatro anos a investigar as vantagens desta revolução – da base da SEAL Team Six, ao festival Boom, do centro de formação da Red Bull à equipa de inovação da Nike. E o que aprenderam foi surpreendente: todos têm procurado o mesmo – o instante de descarga dos sentidos que proporciona uma nova visão das coisas’. *
Em Biodanza, chamamos a este instante: vivência! A vivência…
 
E conseguimo-lo com relativa frequência, todas as vezes que a praticamos, seja semanalmente em grupo regular, ou mensalmente nas Escolas de Biodanza.
 
A vivência é uma experiência intensamente vivida, aqui e agora, capaz de níveis de integração instintivo, cenestésico, emocional, sentimental e mental que levam à expansão da consciência e consequentemente, à alteração do comportamento.
 
Como sabemos, não basta saber, para mudar. Se assim fosse, não continuaríamos a seguir este caminho desastroso de consumo e poluição desenfreada. Mas, quando tivermos a vivência de sufoco, pelo ar poluído, ou a indisposição, pelo plástico ingerido, isso, porque vivido, alterará o comportamento, seguramente!
Será a tempo? É outra história…
 
Relacionando ainda, com o tema do livro e os estados de êxtase (vivências), quantos mais vivênciarmos, mais mudaremos o nosso comportamento (porque seguir penando???). Criadas estão as condições para uma vida mais plena e realizadora, que os autores remetem para o alto desempenho e eu traduziria. para a mais alta qualidade de vida.
 
É apaixonante, do ponto de vista da aprendizagem, a forma viva como actualmente o conhecimento se cruzada tal forma que a ciência, a arte, a medicina e até os grandes mistérios, danzam juntos.
 
Mais comentários virão, ao ritmo da vida…
 
* in Roubar o fogo, de Steven Kotler e Jamie Wheal
05 de Junho 2019
Ao ritmo da vida…
Nuno Pinto
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